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OPINIÃO ... CURIOSIDADES ... NOTÍCIAS... PIADAS...

Património Mundial? - É puramente ridículo defender-se uma classificação desta natureza e ao mesmo tempo patrocinar eventos que causam poluição sonora e incomodam quem visita um monumento ou nele trabalha. Em pleno mês de Agosto nas arcadas do Palácio da Vila realizou-se um directo televisivo sobre ciclismo, com a presença da directora do palácio e o presidente da Câmara de Sintra e abrilhantado com música ligeira e coreografia a condizer. Perguntamos se os visitantes mereciam o incómodo que tiveram e se não havería outro local nessa Vila de Sintra para um espectáculo deste tipo?                                       25/8/04

Perguntas sem resposta - Se para garantir a abertura dos palácios e monumentos apenas são necessários os vigilantes e os recepcionistas, porque é que temos tanto pessoal nestes serviços? Será que os outros profissionais são dispensáveis? É que tirando as tarefas administrativas, que podem ser adiadas por um dia, não conseguimos perceber como é que os serviços podem funcionar sem os técnicos responsáveis. Será que nos fins de semana e nas tolerâncias a responsabilidade fica delegada nos vigilantes e recepcionistas? Só queríamos entender ... porque estes dias são aproximadamente 1/3 do ano!

02/03/2004

A austeridade - Como bem prega Frei Tomás, faz e o que ele diz e não o que ele faz. Diz o povo na sua simplicidade mesmo quando alguns julgam que, na sua simplicidade e serenidade, nada entendem. Desenganem-se os que gastam os dinheiros públicos à "tripa forra" se pensam que não vemos todos que há dinheiro para acessores, secretárias, decoração de gabinetes, automóveis de luxo e até para umas viagens, de trabalho está-se mesmo a ver. O povo não dorme e a justiça tarda, mas há-de chegar. Deu-me a veia para os ditados, mas lá que acontece, acontece.                            26/08/04

Pagamentos em atraso - No dia 5 de Abril os trabalhadores dos palácios e monumentos tiveram conhecimento duma informação segundo a qual os pagamentos em atraso referentes a 2003 estavam a pagamento a partir dessa data. Não foi rigorosamente verdade, vá-se lá saber porquê, mas a verdade é que os trabalhadores talvez tivessem ficado mais satisfeitos se a informação veiculasse um pedido de desculpas pelo atraso e pela falta de recibos detalhados. Sabe-se que já estamos em Maio de 2004, pelo que o pagamento de trabalho de 2003 não é nenhum favor, e continua a dúvida (antiga também) sobre a que meses é que correspondem aqueles montantes depositados e quais os montantes descontados. Enfim, banalidades...                   17/05/2004

Exigir o pagamento devido - Devido ao atraso nos pagamentos muitos são os que estão a considerar a hipótese de recusa ao trabalho extraordinário quer aos feriados quer às cedências de espaços, passando como é óbvio pelo trabalho para além do horário. À cautela deixamos um conselho: consultem as notícias não vá acontecer que o governo recorra às forças armadas com o pretexto da alteração da ordem pública. Já nada nos admira!               30/08/04

Avaliar avaliadores - A avaliação de desempenho não é em si mesma um problema, já os seus critérios podem ser contestados. Como justificar que o valor dos funcionários corresponda a percentagens definidas à partida? A que pretexto se podem atribuir avaliações ao mesmo grupo profissional, sem discriminar ninguém, sabendo-se que desempenham funções diversas? As avaliações de fraco desempenho , segundo este método, não serão consideradas como uma má gestão por parte do avaliador, no que respeita ao modo como dirige os recursos humanos? Onde fica a fronteira da simpatia e da justiça? Será que o recurso, nas condições previstas, serve para alguma coisa? Demasiadas interrogações para um assunto muito sério...      30/3/2004

Formação profissional - Nos últimos dias chegaram ao nosso conhecimento casos em que a pretensão dos trabalhadores em acederem a cursos de formação ministrados pelo INA não foi aceite. A princípio o pretexto foi o da falta de verbas, depois quando os trabalhadores se propuseram a pagar veio a falta de pessoal e o inconveniente da formação coincidir com o horário laboral. É incrível que ainda haja deste tipo de pessoal dirigente, que frequenta cursos e seminários (é o caso) sem despender um tostão, frequentemente alude à falta de formação dos funcionários e depois impede a ida dos mesmos às acções ministradas por um organismo do estado. Algo está muito mal na administração pública ...                    22/04/2004