Eles disseram...

"Ministro da Cultura criticado por não ter peso político"

Título, Público, 22 de Novembro de 2002

"O que eu devia fazer era rejuvenescê-la e requalificá-la (a Administração Pública). Mas estou a fazer absolutamente o que não devia fazer. Não há medida mais estúpida, mas tive que dizer que não entra mais ninguém na Função Pública:"

Manuela Ferreira Leite, 2º Caderno Expresso, 3 de Maio de 2003

"IPPAR pode perder gestão de monumentos"

Título, Público, 6 de Maio de 2003

"... Mas no PSD há quem já tenha ideias concretas para a sua presidência (Arq. João Rodeia): "libertar" o IPPAR da gestão directa de alguns dos 80 monumentos nacionais, integrando-os em organismos já existentes."

Barbara Reis e Isabel Salema, Público, 6 de Maio de 2003

"Crise encerra museus aos fins-de-semana"

Título, Expresso, 7 de Junho de 2003

"Se o reforço não vier rapidamente, a própria subdirectora do IPM admite a ruptura. Dentro de um ou dois meses."

Factual, Expresso, 7 de Junho de 2003

"Um ministro que cultiva a fragilidade, um político sem ambições de poder, um homem que não quer ficar para a História, eis o retrato de Pedro Roseta feito por ele próprio."

Cristina Margato e Fernando Diogo, Actual, Expresso, 5 de Julho de 2003

"Conseguimos libertar um verba de 500 mil euros para os gastos correntes e foi autorizada a admissão de pessoal contratado para o período de Junho a Setembro, de forma a fazermos face à insuficiência de funcionários resultante das férias e de reformas."

Pedro Roseta, Actual, Expresso, 5 de Julho de 2003

"E refere (Rui Pereira) em especial a nomeação de António Abreu para administrador executivo da sociedade Monte da Lua, a empresa pública gestora dos parque e monumentos de Sintra. Rui pereira diz que o primeiro acto de António Abreu foi pedir uma secretária, um mercedes e um motorista. Segundo o vereador socialista, o vencimento de Abreu é de 1500 contos. A secretária ganha 800 contos, «duas vezes o que ganha o presidente da Câmara», ..."

Expresso, 15 de Novembro de 2003

"Porque a Cultura, não é demais repeti-lo, é diálogo, não é imposição; é partilha, não é subserviência. Evidências que nem sempre os poderosos - os que detêm os meios para impor os seus padrões e critérios de avaliação - entendem."

Marcello Duarte Mathias , DN Suplemento especial de aniversário, 29 de Dezembro de 2003

"«2003 foi o ano da viragem consciente das problemáticas inerentes à paisagem natural de Sintra», afirmou o autarca, Fernando Seara, explicando que «a primeira intervenção passou pelo recomeço das obras no Palácio de Monserrate», ao mesmo tempo que « uma equipa de arquitectos se debruça já sobre o Chalet da Condessa». Contas feitas, os custos ascendem a « larguíssimos milhões de euros, num mínimo de cinco», garante o presidente. «Mas vale a pena».

Ana Pago, DN, 21 de Janeiro de 2004

"Governo sai da Baixa e quer Palácio da Ajuda"

Título, DN, 22 de Janeiro de 2004